Aula de português.
Lendo a matéria do livro.
De repente um texto.
"Somos únicos, insubistituíveis, inéditos, distintos. Por isso, não há no mundo duas pessoas iguais. Não há possibilidade de substituir uma pessoa. Querer que o outro seja como eu e reduzir esse outro a uma coisa. Individualidade."
Pensei muito com esse texto. Refleti e tal.
Isso se aplica à vida não é? Tantas pessoas procurando o perfeito, a perfeição, querendo ser perfeito.
Isso é impossível. Pelo amor de Deus.
As pessoas não se tocam, é impressionante.
De repente, mais um texto; dessa vez um poema:
"As Dores do Mundo"
"Sinto bem fundo
todas as dores do mundo
Só que meu poema
não conseguir tocar
em feridas maiores.
Abro jornais
e leio e choro e me arrepio
com a fome,
com a guerra,
com a aids,
com a violência,
com a destruição
do verde e da vida
Tento escrever
mas sai um poema impotente
Fico pensando:
as dores do mundo
pedem canções
ou exigem ações?"
Elias José.
Esse cara é bom.
Só o que tenho a dizer.
domingo, 25 de setembro de 2011
Sexta - Feira, 27/02 Cozinha, jantando
Apesar de estar comendo, escrevo muito bem. Quero dizer, não tanto quanto se estivesse sem um garfo na mão, mas, tanto faz.
Sabe, por mais incrível que pareça, não estou me importando, nem um pouco. Com as bruxas, é claro.
Raciocinei e percebi algo relevante e demasiadamente interessante, para mim, nesse caso.
Levanto cedo, enquanto as madames estão dormindo; passo seis horas fora de casa(na escola); nisso elas que estão fora, almoçando (declaram ao chegar que nem sonham em almoçar, jantar ou comer qualquer coisa aqui ou daqui de casa. O que para mim é ótimo, já que a companhia de Bartô me agrada mais do que a delas).
Bom, chegam duas horas depois, enquanto me arrumo para ir à aula de ioga, violão ou caminhar; volto uma hora e meia depois.
RESUMINDO, verei-as apenas no período noturno, se eu cruzar com elas, o que é pouco provável, já que fico no meu quarto, estudando.
Talvez essa irônica convivência - irônica, pois mal as verei -, não seja tão infernal e horrenda. Talvez eu não cave minha própria cova.
Que bom, agora me sinto melhor.
Sabendo que suicídio, eu não vou cometer.
Nossa.
Sabe, por mais incrível que pareça, não estou me importando, nem um pouco. Com as bruxas, é claro.
Raciocinei e percebi algo relevante e demasiadamente interessante, para mim, nesse caso.
Levanto cedo, enquanto as madames estão dormindo; passo seis horas fora de casa(na escola); nisso elas que estão fora, almoçando (declaram ao chegar que nem sonham em almoçar, jantar ou comer qualquer coisa aqui ou daqui de casa. O que para mim é ótimo, já que a companhia de Bartô me agrada mais do que a delas).
Bom, chegam duas horas depois, enquanto me arrumo para ir à aula de ioga, violão ou caminhar; volto uma hora e meia depois.
RESUMINDO, verei-as apenas no período noturno, se eu cruzar com elas, o que é pouco provável, já que fico no meu quarto, estudando.
Talvez essa irônica convivência - irônica, pois mal as verei -, não seja tão infernal e horrenda. Talvez eu não cave minha própria cova.
Que bom, agora me sinto melhor.
Sabendo que suicídio, eu não vou cometer.
Nossa.
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