Aula de português.
Lendo a matéria do livro.
De repente um texto.
"Somos únicos, insubistituíveis, inéditos, distintos. Por isso, não há no mundo duas pessoas iguais. Não há possibilidade de substituir uma pessoa. Querer que o outro seja como eu e reduzir esse outro a uma coisa. Individualidade."
Pensei muito com esse texto. Refleti e tal.
Isso se aplica à vida não é? Tantas pessoas procurando o perfeito, a perfeição, querendo ser perfeito.
Isso é impossível. Pelo amor de Deus.
As pessoas não se tocam, é impressionante.
De repente, mais um texto; dessa vez um poema:
"As Dores do Mundo"
"Sinto bem fundo
todas as dores do mundo
Só que meu poema
não conseguir tocar
em feridas maiores.
Abro jornais
e leio e choro e me arrepio
com a fome,
com a guerra,
com a aids,
com a violência,
com a destruição
do verde e da vida
Tento escrever
mas sai um poema impotente
Fico pensando:
as dores do mundo
pedem canções
ou exigem ações?"
Elias José.
Esse cara é bom.
Só o que tenho a dizer.
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