domingo, 25 de setembro de 2011

Sábado, 28/02

Aula de português.
Lendo a matéria do livro.
De repente um texto.
"Somos únicos, insubistituíveis, inéditos, distintos. Por isso, não há no mundo duas pessoas iguais. Não há possibilidade de substituir uma pessoa. Querer que o outro seja como eu e reduzir esse outro a uma coisa. Individualidade."


Pensei muito com esse texto. Refleti e tal.
Isso se aplica à vida não é? Tantas pessoas procurando o perfeito, a perfeição, querendo ser perfeito.
Isso é impossível. Pelo amor de Deus.
As pessoas não se tocam, é impressionante.

De repente, mais um texto; dessa vez um poema:
"As Dores do Mundo"
"Sinto bem fundo
 todas as dores do mundo
 Só que meu poema
 não conseguir tocar
 em feridas maiores.
 Abro jornais
 e leio e choro e me arrepio
 com a fome,
 com a guerra,
 com a aids,
 com a violência,
 com a destruição
 do verde e da vida
 Tento escrever
 mas sai um poema impotente
 Fico pensando:
 as dores do mundo
 pedem canções
 ou exigem ações?"
                                                                                 Elias José.

Esse cara é bom.
Só o que tenho a dizer.

                                                                                                  

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