Apesar de estar comendo, escrevo muito bem. Quero dizer, não tanto quanto se estivesse sem um garfo na mão, mas, tanto faz.
Sabe, por mais incrível que pareça, não estou me importando, nem um pouco. Com as bruxas, é claro.
Raciocinei e percebi algo relevante e demasiadamente interessante, para mim, nesse caso.
Levanto cedo, enquanto as madames estão dormindo; passo seis horas fora de casa(na escola); nisso elas que estão fora, almoçando (declaram ao chegar que nem sonham em almoçar, jantar ou comer qualquer coisa aqui ou daqui de casa. O que para mim é ótimo, já que a companhia de Bartô me agrada mais do que a delas).
Bom, chegam duas horas depois, enquanto me arrumo para ir à aula de ioga, violão ou caminhar; volto uma hora e meia depois.
RESUMINDO, verei-as apenas no período noturno, se eu cruzar com elas, o que é pouco provável, já que fico no meu quarto, estudando.
Talvez essa irônica convivência - irônica, pois mal as verei -, não seja tão infernal e horrenda. Talvez eu não cave minha própria cova.
Que bom, agora me sinto melhor.
Sabendo que suicídio, eu não vou cometer.
Nossa.
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